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Percurso: MOURARIA DO FADO

No século XIX , o Fado cresce nos bairros da Lisboa portuária, expandindo-se para além das tabernas e dos bordéis. A Mouraria aparece na literatura, em folhetins e nos relatórios da polícia da época como um local boémio onde fadistonas, faias e cantadeiras cantavam o Fado. Estas cantigas falavam da saudade e do amor, mas também da revolta, como no Fado operário. Promovido a canção nacional pela ditadura do Estado Novo, o Fado, contrariando o regime, elogiou os poetas da Liberdade. Na rua onde um século antes vivera a Severa, viveu Fernando Maurício, rei do Fado castiço. Já a Rua João do Outeiro foi berço da grande Argentina Santos. Nos anos 80, na Travessa dos Lagares, tornou-se fadista aquela que em 2003 seria considerada a melhor artista europeia de world music pela BBC Radio: Mariza. O Fado é reconhecido pela UNESCO como Património Imaterial da Humanidade desde 2011.

Ponto de encontro: Igreja da Senhora da Saúde

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